Letra:
És a fonte maior do meu desejo
És a única fortaleza mansa
És o algo misterioso vento
Cataventos que rodam no sertăo
És o amálgama da minha couraça
Ventanias que passam no grotăo
És a música fina da madeira
Mesmo o căo de cabeças a puxar
És a última gota do orvalho
Do compasso que morde a esperança
És a lâmina quente da madeira
Lavadeiras que lavam o sertăo
És a lança no meio do canteiro
Companheiros de tudo o que cantou
És a lă do camelo e do carneiro
Desde a dor do começo do pomar